domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
sábado de manhã
hoje decidi sair de casa logo pela manhã. o tempo já está suficientemente agradável para ir passear, para andar de t-shirt, para apanhar uma corzinha, nem que seja para ficar vermelha, que é como eu fico sempre.
enquanto me dirigia para o rossio para ver de uma série de coisas que preciso cá para casa, passava pela rua do coliseu, cheia de turistas a serem convidados para almoçar, ou obrigados, quase. não importa. passava pelas pessoas cheias de malas, de mochilas às costas, à procura do aerobus, e ainda pus o meu espanhol em prática.
e com isto tudo, lembrei-me que tenho saudades de viajar. de ser turista num sítio qualquer. ocorreu-me que viajava muito mais quando ainda andava a estudar, do que desde que comecei a trabalhar. ridículo, não é? é que nem me lembro da última vez que fui turista nem dentro de portugal, quanto mais fora dele.
quando era mais nova, ainda fiz algumas viagens, ainda fui a alguns sítios, e hoje gostava de voltar a todos. não só porque seria sinal que teria tempo e condições para tal, mas também porque sei que iria aproveitar muito mais
enfim, um dia destes volto às viagens. um dia destes.
enquanto me dirigia para o rossio para ver de uma série de coisas que preciso cá para casa, passava pela rua do coliseu, cheia de turistas a serem convidados para almoçar, ou obrigados, quase. não importa. passava pelas pessoas cheias de malas, de mochilas às costas, à procura do aerobus, e ainda pus o meu espanhol em prática.
e com isto tudo, lembrei-me que tenho saudades de viajar. de ser turista num sítio qualquer. ocorreu-me que viajava muito mais quando ainda andava a estudar, do que desde que comecei a trabalhar. ridículo, não é? é que nem me lembro da última vez que fui turista nem dentro de portugal, quanto mais fora dele.
quando era mais nova, ainda fiz algumas viagens, ainda fui a alguns sítios, e hoje gostava de voltar a todos. não só porque seria sinal que teria tempo e condições para tal, mas também porque sei que iria aproveitar muito mais
enfim, um dia destes volto às viagens. um dia destes.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quando o cansaço psicológico é demasiado grande, chega a tornar-se em cansaço físico. uma pessoa pode não fazer nada o dia todo, mas chega ao fim do dia e só parece que levou uma sova. e como é que se combate isto? com mais trabalho fora das horas laborais? até podia ser... mas como é que se faz isso, se uma pessoa chega ao fim do dia sempre com a sensação que foi atropelada por um camião?
o humor anda instável, a vontade de sair de casa nos dias de trabalho é inexistente, e a única coisa que alegra uma pessoa é o chegar do fim de semana, e a possibilidade de ver pessoas que já não vimos há muito tempo, a possibilidade de dizer disparates e rir muito. a possibilidade de apanhar sol e beber coca-colas durante o dia, e beber cervejas durante a noite, com as temperaturas cada vez mais amenas, e a certeza que, no dia seguinte, não temos de ir a lado nenhum.
o humor anda instável, a vontade de sair de casa nos dias de trabalho é inexistente, e a única coisa que alegra uma pessoa é o chegar do fim de semana, e a possibilidade de ver pessoas que já não vimos há muito tempo, a possibilidade de dizer disparates e rir muito. a possibilidade de apanhar sol e beber coca-colas durante o dia, e beber cervejas durante a noite, com as temperaturas cada vez mais amenas, e a certeza que, no dia seguinte, não temos de ir a lado nenhum.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
sabem como é querer esvaziar-mo-nos por dentro?
ficar sem sentir nada. nem alegrias, nem tristezas, nem angústias (especialmente angústias), nem medos. nada.
querer que o coração pare de bater um bocadinho que seja, para conseguirmos descansar a cabeça, o corpo e a alma.
sabem?
pois que diz que é isso, agora.
ficar sem sentir nada. nem alegrias, nem tristezas, nem angústias (especialmente angústias), nem medos. nada.
querer que o coração pare de bater um bocadinho que seja, para conseguirmos descansar a cabeça, o corpo e a alma.
sabem?
pois que diz que é isso, agora.
sábado, 3 de abril de 2010
recomenda-se
projecto de músicos portugueses da nova geração (geração flor caveira, poder-se-á dizer), que junta, entre outros, o promissor b fachada, jorge cruz, e bernardo barata dos feromona, os diabo na cruz, estiveram ontem no CAE de portalegre.
recomenda-se vivamente não só o cd, mas também o espectáculo ao vivo, combinação de grandes talentos e animação, que levam as mais pequenas audiências a levantarem-se das cadeiras, e a dançar ao som da nova música portuguesa.
diabo na cruz em portalegre, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido numa sexta feira santa. é que nem de propósito.
recomenda-se vivamente não só o cd, mas também o espectáculo ao vivo, combinação de grandes talentos e animação, que levam as mais pequenas audiências a levantarem-se das cadeiras, e a dançar ao som da nova música portuguesa.
diabo na cruz em portalegre, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido numa sexta feira santa. é que nem de propósito.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
os últimos anos, decidi que ia sempre ser o mais honesta possível com as pessoas. por isso, quando não queria estar com uma pessoa, dizia. a pessoa podia levar a mal, mas se eu achava que era o melhor, para não estar a enganar ninguém, era o que dizia e era o que fazia.
por isso, custa-me um bocado a perceber o que leva uma pessoa a dizer que fazia e acontecia, porque era isto e éramos aquilo, enfim, um sem número de coisas... para depois fazer coisas que vão contrariar toda uma filosofia de vida que se apregoou durante anos, bem como contradizer todas as coisas que nos são ditas.e ainda dizem que as mulheres é que são complicadas. ceeeeerto.
"be careful what you wish for, cause you might just get it"
não queiram saber sempre tudo sobre uma pessoa. porque quando têm acesso a essa informação, podem não gostar muito do que estão a ver, ler, ouvir. e depois... depois é andar de coração nas mãos. e eu tinha dito a mim própria já há uns tempos que não queria isso para mim novamente. e como tal, tenho de deixar andar. seguir em frente.
não queiram saber sempre tudo sobre uma pessoa. porque quando têm acesso a essa informação, podem não gostar muito do que estão a ver, ler, ouvir. e depois... depois é andar de coração nas mãos. e eu tinha dito a mim própria já há uns tempos que não queria isso para mim novamente. e como tal, tenho de deixar andar. seguir em frente.
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