domingo, 7 de junho de 2009

nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaao!



snif snif...

o barney, esse personagem tão másculo em how i met your mother, tem um namorado. bah!

a noite que podia ter sido mais não foi

não fui ao jantar porque as minha finanças ainda não permitem voltar a essas lides sociais, mas fui lá ter para comer uma sobremesa paga pela aniversariante.
o estômago continuou a não permitir que bebesse umas minis, e os amendoins que comi não deviam ter saído da casca.
a discoteca não estava má de todo, houve imperiais oferecidas e água para o fim. uma pessoa já não está à espera de nada, de ver nada interessante, de ouvir música que goste de dançar, de nada. já se dançou no meio da pista a pior música de sempre, mas que nos faz abanar mais o rabo do que se estivéssemos numa aula de hip hop (não que eu saiba como são aulas de hip hop, porque nunca frequentei nenhuma).
e decidimos ir embora, com ainda duas horas de discoteca à espera das pessoas que saíam de todos os bares que fecham às 4 da manhã.
e... espanto dos espantos... estamos a sair da disco, e vemos que, naquele momento, está alguém a entrar que não estávamos à espera de ver a não ser daqui a umas 3 ou 4 semanas.
sorriso estampado, dificuldade em articular palavras (sim e coiso eram as únicas palavras que saíam da minha boca). abraços, sorrisos e elogios.
e vou para casa.

a noite podia ter sido imensa coisa, mas não o foi. com muita pena minha.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

and the show is off!

graças ao senhor são pedro, esteve um dia de chuva aqui na terrinha, que mais parecia que era inverno! resultado, não houve desfile para ninguém, e eu que já estava feitinha para ir para a cabeleireira fazer um penteado todo nice. bah! ninguém merece!

vá, agora a sério, tive muita pena de não ir desfilar este corpo de muitos danoninhos pela praça da república, mas até me calhou bem, tendo em conta os pelos que já tenho e algumas nódoas negras que tenho nas pernas.

quando tiver nova data, anuncio aqui quando vai ser o início da minha carreira de modelo, que brevemente será uma carreira a nível internacional! vá... ou não.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

a temperatura pode descer, podem surgir algumas nuvens no céu, mas nem por isso vou deixar de ir apanhar um solinho à piscina (que a praia aqui da zona, só se for a praia dos tesos), mas nada de mais, porque diz que sexta feira vou desfilar ali na praça da república.

até logo!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

do dia da criança

alguém, por favor, dê um sedativo ao puto que mora na casa por cima da minha!! por favor!!
é que não parou de chorar (peço desculpa, de BERRAR) o dia todo. socorro!

(um pequeno viva à mãe que, neste dia, mesmo tendo duas filhas quase trintonas, continua a oferecer um miminho).

domingo, 31 de maio de 2009

(L)



hoje podia começar a rever isto tudinho. que saudades das noites em que via 4 episódios seguidos, porque já não conseguia aguentar sem ver o que se ia passar a seguir. que saudades de passar o tempo a sorrir ou quase a chorar só de ver a vida dos personagens que me fizeram ver uma série toda quase de seguida.
foi a OC que fez com que eu gostasse de ver séries, mas do princípio ao fim, não como eu via dantes, um episódio aqui, outro ali, sem nunca saber bem o que se andava a passar.

como só faço anos em outubro, se quiserem já começar a fazer uma vaquinha para me comprar as seasons todinhas para me oferecerem e tal, estão à vontade!

terça-feira, 26 de maio de 2009

razões para não me meter com a (ex) vizinhança

moro num bairro habitacional, aqui em portalegre, cheio de pessoas de todos os tipos.
na minha rua, para além das pessoas que vieram de terrinhas aqui ao pé, e que falam com um sotaque que sei imitar na perfeição, moram agora pessoas que não conheço e nunca vi na minha vida, há crianças, há adolescentes que vi quase nascer, e há também um vizinho que trabalha num bar de alterne aqui da cidade.
este vizinho, para além de ter sido casado com uma senhora a quem chamavam M., a telefonista (por causa de o seu pescoço estar constantemente torto, como se ao telefone estivesse a falar), tem uma barraca que vende torrão de alicante, nas feiras, tem 4 filhos, e é gay.
certo dia, a filha mais velha encontrou o pai na cama com o namorado. e acho que foi a partir daí que ela não teve pudor em admitir que ela própria tinha um fraco por uma pessoa do mesmo sexo, e passou a morar com a namorada em casa do pai, durante uns tempos.
toda esta família está um pouco ligada ao mundo da noite, dos bares de alterne e afins, a prostitutas da cave e do casulo.
diz que a filha deste meu vizinho já não namora com a tal rapariga.

ontem, cheguei eu ao sítio do costume, e vêm da rua umas pessoas que dizem que há briga de mulheres à frente da pizzaria que é ali ao lado, onde era o antigo convívio.
vinda do bairro onde venho, e boa portuguesa que sou, fui logo espreitar o que se passava, se aquilo era verdade ou não. o T. acompanhou-me. e qual não é o nosso espanto (tanto que até demos uns passos atrás com a surpresa), quando, ao virarmos a esquina para a pizzaria, está um carro da polícia com os polícias na rua, a filha do meu vizinho, o meu vizinho, e uma prostituta da cave ou do casulo, TODA NUA sentada no meio da estrada.
não havia cuecas, não havia soutien, não havia nada. estava toda nua. parece que se meteu com a namorada da filha do meu vizinho, e que ela a despiu à pancada, enquanto que o meu vizinho, de cigarro na mão, dizia que ela devia era ter sido esfaqueada na cara, para ter vergonha.
bem, tive medos muitos medos, mas graças ao senhor que eu sempre me dei bem com a filha do meu vizinho e com os meus vizinhos no geral.
não ia querer que me encontrassem um dia destes num beco qualquer, toda nua e esfaqueada.
e eu a pensar que setúbal estava tão longe.

domingo, 24 de maio de 2009

mas que grande mística!



os white town tiveram este hit no já longínquo ano de 1997, e depois disso nunca mais se ouviu falar deles.
hoje lembrei-me desta música por causa de um filme que vai dar na sic lá para as 18 e qualquer coisa, e recordei os tempos do álamo. mas os tempos em que o álamo era o melhor bar de portalegre, com o zé manel no balcão e a M. lá ao fundo a jogar setas ou a jogar poquer de dados com o resto do pessoal. lembrei-me do álamo com a mesa de snooker na parte de cima, com os matraquilhos na parte de fora, e da música que era muito boa de se dançar.

velhos tempos que foram os melhores do mundo, pela música, pelas pessoas, e por outras coisas mais.

alan shore



há qualquer coisa nesta personagem do james spader, que faz com que eu me casasse com ele já hoje.

sábado, 23 de maio de 2009

note to self

quando virmos que certas e determinadas pessoas estão a fazer coisas de propósito para nos chatear, que nos dão vontade de mandar tudo e todos dar uma volta, inclusivé de tratar menos bem pessoas nossas mais que tudo e que não têm nada a ver com o assunto, devemos cagar de alto.