- respeito
- atenção
- dinheiro
- direitos
gosto pouco de pedinchar o que quer que seja.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
do verbo odiar
odeio pessoas que vão para a praia de comboio, e que não têm noção que há pessoas que estão a ir trabalhar, e que têm mais que fazer.
odeio ter perdido a carteira e não ter o passe e ter de estar na fila para tirar o bilhete de comboio.
odeio que me digam que preciso de uma data de coisas para fazer o cartão do cidadão, quando na verdade não preciso nada do que me disseram.
odeio que me façam passar por parva (apesar de esperar que, as pessoas que me interessam, tenham percebido que a parva não estava a ser eu).
odeio que o ar condicionado tenha avariado, mas odeio quando o ar condicionado está a trabalhar.
basicamente hoje odeio tudo e todos.
e sim, sei que odiar é um verbo muito forte, mas é que odeio mesmo.
odeio ter perdido a carteira e não ter o passe e ter de estar na fila para tirar o bilhete de comboio.
odeio que me digam que preciso de uma data de coisas para fazer o cartão do cidadão, quando na verdade não preciso nada do que me disseram.
odeio que me façam passar por parva (apesar de esperar que, as pessoas que me interessam, tenham percebido que a parva não estava a ser eu).
odeio que o ar condicionado tenha avariado, mas odeio quando o ar condicionado está a trabalhar.
basicamente hoje odeio tudo e todos.
e sim, sei que odiar é um verbo muito forte, mas é que odeio mesmo.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
acho que ainda não tinha aqui falado sobre esta menina. é linda, é nova, canta como tudo, e deixa-me muito bem disposta. apresentando: marina and the diamonds!
vale bem a pena ouvir.
vale bem a pena ouvir.
terça-feira, 29 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
acho que só não perco a cabeça porque está agarrada ao pescoço.
desta vez, foi a carteira, com tudo lá dentro. passe, cartão do cidadão, cartão mb, documento que me permite conduzir, enfim. a minha sorte (acho eu) é que não tinha lá muito dinheiro.
mas a minha questão é: ontem de manhã tinha a carteira, porque fui ao supermercado quando cheguei a paço de arcos. e depois não saí do local de trabalho o dia todo, nem durante a hora de almoço. e não regressei a lisboa de transportes, vim de boleia, pelo que a hipóteses de a terem roubado enquanto dormia no comboio também não é válida. e no carro de quem me deu boleia também não ficou. e não ficou em cima da minha secretária, porque perguntei a quem entretanto lá voltou.
então... como?
bem, lá me espera uma semana de dores de cabeça entre lojas do cidadão, bancos, e afins.
desta vez, foi a carteira, com tudo lá dentro. passe, cartão do cidadão, cartão mb, documento que me permite conduzir, enfim. a minha sorte (acho eu) é que não tinha lá muito dinheiro.
mas a minha questão é: ontem de manhã tinha a carteira, porque fui ao supermercado quando cheguei a paço de arcos. e depois não saí do local de trabalho o dia todo, nem durante a hora de almoço. e não regressei a lisboa de transportes, vim de boleia, pelo que a hipóteses de a terem roubado enquanto dormia no comboio também não é válida. e no carro de quem me deu boleia também não ficou. e não ficou em cima da minha secretária, porque perguntei a quem entretanto lá voltou.
então... como?
bem, lá me espera uma semana de dores de cabeça entre lojas do cidadão, bancos, e afins.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
entre conversas de santos, surgiu o seguinte diálogo:
- tás a dizer que sou fácil?
- tou. (entre risos)
- fogo, e eu a pensar que era fofa e tal, que fazia as coisas de modo a tar sempre tudo bem... e agora dizes-me que sou fácil? bah.
- não, há uma diferença entre ser fácil e ser amiga. e olha que tu... bem... tu, posso dizer, tás no top 4. não, acho que exagerei, acho que tenho 3 amigos, e estão todos aqui ao pé de mim agora (estava ele, eu e mais dois amigos dele).
- tás a dizer que sou fácil?
- tou. (entre risos)
- fogo, e eu a pensar que era fofa e tal, que fazia as coisas de modo a tar sempre tudo bem... e agora dizes-me que sou fácil? bah.
- não, há uma diferença entre ser fácil e ser amiga. e olha que tu... bem... tu, posso dizer, tás no top 4. não, acho que exagerei, acho que tenho 3 amigos, e estão todos aqui ao pé de mim agora (estava ele, eu e mais dois amigos dele).
sorri. apenas e só.
com ele não sei muito bem como reagir. ele é arisco, uma pessoa se lhe vai tocar, seja qual for a razão, faz com que ele se assuste, se afaste.
neste momento, em que recebi o melhor elogio que poderia sair da boca dele, queria ter-lhe dado um abraço, queria passar a minha mão pelo cabelo dele. só para ele perceber que gosto mesmo dele, que sou mesmo amiga dele.
mas com uma pessoa assim, e com uma conversa destas... sorri. apenas e só.
com ele não sei muito bem como reagir. ele é arisco, uma pessoa se lhe vai tocar, seja qual for a razão, faz com que ele se assuste, se afaste.
neste momento, em que recebi o melhor elogio que poderia sair da boca dele, queria ter-lhe dado um abraço, queria passar a minha mão pelo cabelo dele. só para ele perceber que gosto mesmo dele, que sou mesmo amiga dele.
mas com uma pessoa assim, e com uma conversa destas... sorri. apenas e só.
domingo, 13 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
sobre as saudades
não sou uma pessoa muito saudosa, confesso. são muito poucas as pessoas de quem tenho saudades, na verdadeira acepção da palavra.
saudades tenho, às vezes, de certas situações, certos momentos, ou determinadas rotinas. saudades dos tempos de liceu, saudades de brincar no patim da casa da avó, ou das tardes de verão com as vizinhas de sempre. saudades de viajar.
ontem tive saudades de duas coisas. e duas pessoas, portanto.
quando ia para casa da avó eufémia, almoçar, tive saudades de ver o avô chico à porta do centro (de trabalhadores do bairro onde vivo) com a sua boina e os seus óculos de sol.
ontem tive saudades de ver o avô maurício sentado na sua cadeira, na varanda lá de casa, a ver quem passa na rua.
ontem tive saudades.
saudades tenho, às vezes, de certas situações, certos momentos, ou determinadas rotinas. saudades dos tempos de liceu, saudades de brincar no patim da casa da avó, ou das tardes de verão com as vizinhas de sempre. saudades de viajar.
ontem tive saudades de duas coisas. e duas pessoas, portanto.
quando ia para casa da avó eufémia, almoçar, tive saudades de ver o avô chico à porta do centro (de trabalhadores do bairro onde vivo) com a sua boina e os seus óculos de sol.
ontem tive saudades de ver o avô maurício sentado na sua cadeira, na varanda lá de casa, a ver quem passa na rua.
ontem tive saudades.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
quero mais!
uma tarde de jardim da estrela com suminhos e tostinhas;
uma tarde de caracóis na bica, já em antevisão para os santos que se aproximam;
uma tarde na h&m a comprar coisinhas para este verão que já se sente na rua;
uma tarde finalizada na tease bakery, na rua do norte, com cupcakes de comer e chorar por mais.
tirando a parte que me estatelei ao comprido no chão ao pé da passadeira para passar para o jardim da estrela, tendo esfolado a palma da mão esquerda (ainda bem que foi ali, porque assim fui desinfectar isto a casa da M. e aproveitei para dar um beijinho ao vicente, que tinha sido levado até à praia), quero mais, muito mais!
uma tarde de caracóis na bica, já em antevisão para os santos que se aproximam;
uma tarde na h&m a comprar coisinhas para este verão que já se sente na rua;
uma tarde finalizada na tease bakery, na rua do norte, com cupcakes de comer e chorar por mais.
tirando a parte que me estatelei ao comprido no chão ao pé da passadeira para passar para o jardim da estrela, tendo esfolado a palma da mão esquerda (ainda bem que foi ali, porque assim fui desinfectar isto a casa da M. e aproveitei para dar um beijinho ao vicente, que tinha sido levado até à praia), quero mais, muito mais!
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