sábado, 5 de fevereiro de 2011

rEdícula

ao nível do ridícula, posso dizer que estou no expoente máximo.
há cerca de duas semanas, a nossa realizadora foi de férias, e veio um realizador novo, que não conhecia nada do programa, como seria de esperar. câmaras, tempos, jogos, tudo. ou melhor, nada.
resultado, o senhor decidiu que queria ensaiar todos os dias, todos os jogos que se iam fazer nesse mesmo dia. e quem melhor para fazer os ensaios? ora pois então, os meninos da produção, e euzinha...
no primeiro dia, fui logo para a máquina de lavar e pimba, tive de cair. eu, que até tenho medo de alturas. claro está que, no segundo dia, tive um ataque de pânico quando me mandaram lá para cima, e tive de sair quase de rastos e beber muita água até parar de tremer.
de resto, os outros jogos também os experimentei quase todos, saltei, pulei, caí, fiz trinta por uma linha. e fiquei fina.
andei nisto quase duas semanas, nunca me magoei, correu sempre tudo bem.
foi preciso chegar ao fim de duas semanas, e estar a vestir apenas um casaco, para me magoar no ombro, e ter mesmo de usar um emplastro, tais eram as dores.

ah, e tal, fazer os jogos muito bem, agora vestir casacos?? isso sim, é perigoso! palizeee!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

ainda na onda da crise existencial pré 30 anos




sou menina para ter apenas 3 nomes lalala lalala lalala.
se tivesse um segundo nome para complementar o primeiro, não escolheria isabel, nem alexandra, maria, nem nada disso.
na minha opinião, macaca seria o segundo nome indicado para a minha pessoa.
sim, macaca. porque tenho a mania que sou engraçada. porque como sempre tive complexos em relação a tudo e a todos e todas, sempre achei que tentar ser engraçada era a minha melhor arma.
com o passar dos anos, acho que tenho conseguido ser macaca o suficiente, quer com as minhas imitações de coisas, situações, pessoas, mas também com a minha dose qb de sarcasmo (vá, às vezes devo exagerar no sarcasmo, porque há pessoas que me levam demasiado a sério. tenho de tratar disto).
o meu problema no meio disto tudo, é que tenho tendência a usar isto de ser macaca também quando não sei o que fazer ou dizer, quando estou na presença de pessoas que mexem com o meu sistema nervoso.
ah e tal, aqui estamos, como não sei o que dizer, pimbas! macaca is my middle name. até aqui tudo bem, não fosse o caso de eu não perceber se depois as pessoas pensam sim senhora, a miúda é engraçada, ou então esta miúda é mesmo anormal, benza-a dEUS.

como não sei e vou continuar sem saber, pronto. é o que temos.

entretanto...



recomendo vivamente esta peça.
em cena no teatro villaret, é hora e meia de pura boa disposição e improvisação.
a não perder!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

hoje mais parecia que trabalhava num manicómio. ou numa creche. bem, nem sei.
os cromos hoje foram tantos (na realidade, acho que eram só dois, mas valiam por uns 20, confesso), que eu não sabia se havia de rir ou de chorar.
desde mandar levantar uma pessoa de cima da estrutura do nosso plasma, como se estivesse a falar uma criança de 5 anos C., levante-se! (gesto com a mão icluído), a pedir mais de duas vezes que uma pessoa guardasse a máquina fotográfica e o chapéu, porque não poderia ir com aquilo para jogar a semi final, este programa foi ao mesmo tempo um stress e uma risada.
e ainda hoje é quarta feira.
o que me esperará amanhã? pois que não sei, mas acho que deve vir mais um cabelo braco a caminho.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011



se eu não namoro há uns 10 anos, se não tenho com ninguém uma relação que se assemelhe minimamente a um namoro, agradecia que não me viessem falar do meu "namorado", e perguntar pelo meu "namorado" constantemente. ok?
certinhooooo!

é que nada desta vida...

desde que tive tuberculose há uns anos atrás, que não me lembro de ter ficado verdadeiramente doente.
às vezes lá vem uma ameaça de constipação, nariz entupido. alguma tosse, mas coisa que passa em questão de dias, e sem tomar nada, se for preciso.
desde que estou no AÉQC, devo ter sido das únicas pessoas que ainda não faltou ao trabalho por ter ficado doente, por estar com dores disto, ou por qualquer outro motivo.
este fim de semana, fomos (eu mais uns colegas da valentim) jantar a casa de um deles, que tinha estado doente em casa dias antes, com uma virose qualquer que lhe afectou o estômago e os intestinos. e eu a dizer que precisava era de uma coisa dessas, que desintoxicava logo o corpo e tal. no fim, das 6 pessoas que foram ao jantar, 3 já ficaram doentes e eu nada. rija.
foi caso para dizer que nada se me pega.
mas também foi caso para pesar que o nada, se refere tanto a doenças, como a pessoas. o que quer dizer que não sei bem se isto é bom, se é mau.
como disse à gorda, também eu estou indecisa.

domingo, 30 de janeiro de 2011

mais uma coisinha



alguém que me explique como é que uma série com duas seasons, tem um total de 20 episódios? como, pelo amor da santa?
anda uma pessoa tão entretida com as aventuras das meninas e dos meninos, para aquilo acabar assim, de repente, e do nada?
a victory sempre se casa com o joe? a nico vai andar a sério com o griffin? o que acontece com o kirby? e a wendy e o shane? aaah, o shane..
acho muito mal.

não me levem a mal, mas..

what the fuck?

estive agora a ver a estreia do portugal tem talento, e tenho algumas considerações a fazer. algumas mais a nível técnico, outras só porque sou má.

para começar, planos em que aparecem câmaras e as perches.. e o som péssimo.. coiso.
depois.. a bárbara.. juro que fiquei com a sensação que estava a ver um documentário da sic, do national geographic, daqueles que passa nos fins de semana de manhã. socorro, é que não aguento mesmo.
depois, o juri..
o zé diogo quintela tem piada, que tem, mas coiso. e a conceição lino, não sei, apenas me irrita solenemente a maneira super condescendente como olha para toda a gente, e como fala. argh.
e o outro senhor.. é impressão minha, ou é igual ao carlos castro?
mas bottom line, não percebo as qualificações que eles têm para julgar o que quer que seja a nível do suposto talento que portugal quer mostrar que tem.
e isto é para nem falar sequer das actuações que ali se viram.
credo.

sábado, 29 de janeiro de 2011

um dia alguém vai olhar para mim a sorrir, como se tudo o que digo e o que faço fosse o mais engraçado do mundo.
um dia alguém vai olhar para mim a sorrir, enquanto pensa que me quer mais do que tudo, sabendo que, no fundo, já me tem.
um dia vou ter com alguém a cumplicidade suficiente para comunicar apenas com um olhar.
um dia a minha falta de auto-estima vai deixar de ser um motivo para tudo, e para nada.

um dia.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

wrecked

sendo que sempre fui uma moça com alguma falta de auto-estima, até considero que passo mais de metade dos meus dias bem disposta, e animada, e contente com quem sou, e com aquilo em que me tornei.

outros dias há, em que acordo assim tipo mais ou menos. a pensar que estou estragada. vazia de sentimentos relativamente ao sexo oposto. vazia de coisas. vazia de cenas.

muuuuito de vez em quando, lá me interesso por uma ou outra pessoa. mas depois.. puff. passa assim num instante.

não há ninguém verdadeiramente interessante e que valha a pena, como diz a gorda. não há ninguém capaz de me encher de cenas assim ininterruptamente, como eu gostava, e como acho que já merecia.

não há ninguém capaz de remendar o que está estragado há tanto tempo.